14.2.13

O tentáculo e a lei das compensações


 

 


E zás!

De uma cajadada, dois coelhos abaixo!

Num passe de mágica salomónica, bem à moda do Freixo, o “douto” conselho de disciplina da FPF, presidido pelo grande Herculano – um juiz cuja toga, nestes casos, é feita do mesmo tecido e com o mesmo padrão do das barracas de praia da Madalena - descartou-se e despachou habilidosamente dois imbróglios.

O primeiro, com origem na “infalível” estrutura do grémio da fruta, corrupção & putêdo, vulgo fcp, e o outro protagonizado na Choupana por esse pseudobenfiquista dos quatro costados, o intocável Pedro Proença.

Tudo reles farinha do mesmo saco.

 

Se a estória das 72 horas já se arrasta há semanas, dando tempo aos infractores para as habituais mascambilhas jurídicas e para os mais diversos subterfúgios, como aquela reportagem parola da TV, efectuada na Rua dos Bragas na Palermo portuguesa, sobre uma provável tese de doutoramento de um mentecapto da FEUP, em que através de uma subtracção “genial” de 15 minutos pediu meças à Teoria de Relatividade de Einstein, já a rábula “aproençada” de Cardozo & Matic não ultrapassou esse limite, e assim, por conveniência, lá veio incluída num pacote que mais parece uma promoção tosca de um supermercado de província, um “dois em um”, que iliba, por enquanto, o grémio corrupto do Freixo de sezões e para compensar, oferece rebuçaditos de dois tostões ao Benfica.

Por enquanto, pois no “caso” da Taça da Liga, seria quase “criminoso” perante uma decisão adversa ao pedido de punição do infractor, que o chefe da Liga, o paradoxal “superMário” dos escritórios de Gil Moreira dos Santos e Adelino Caldeira, não interpusesse recurso para o Conselho de Justiça da FPF, a par do Vitória de Setúbal, parte directamente interessada na questão, e do Sp. Braga, por, no seu caso, ter sido alvo de castigo numa situação semelhante.

 

Por tudo isto, com pena de não continuar a ver mais marionetas acéfalas azuis e broncas, a justificar o injustificável com teorias transcendentais, em tudo iguais à do “prof. Pardal” da faculdade de engenharia da universidade da Palermo portuguesa, e na certeza de que não sou jurista, nem pretendo sê-lo, vou aguardar serenamente pelo desenrolar dos acontecimentos, ao contrário de uma cáfila de energúmenos da blogosfera Benfiquista, canalhas da pior espécie, que não perdeu mais esta oportunidade, num total despropósito e baixeza, para “malhar” à tripa forra no presidente do Benfica e nos seus dirigentes.

Para estes, que constantemente atiram para os seus próprios pés, uma sugestão. Apontem às suas cabeças, pois o Benfica dispensa esta escória de ressaibiados incorrigíveis e ordinários.

 

Hoje jogamos em Leverkusen. A missão não será fácil, mas temos pelo menos equipa para nos batermos de igual para igual, na certeza de não haver nenhum “xistra” como aquele que foi nomeado à medida para Aveiro, amanhã, sexta-feira, no jogo entre o Beira-Mar e os corruptos do Freixo.


 


GRÃO VASCO

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