5.11.13

Maus ventos da Eslovénia


Damir Skomina.

É este artista esloveno do apito que vai dirigir o jogo de hoje, no Kairaskakis Stadium, no Pireu, Grécia, entre o Olympiacos e o Benfica.

O seu cadastro em relação ao Glorioso é curto mas com severos danos colaterais.

Skomina dirigiu três jogos em que interveio o Benfica:

- No Stade Vélodrome, Marselha, com o Olympique, época 2009/10, Europa League, 8ºs-de-final.

- Na Luz, Lisboa, com o Manchester United época 2011/12, Champions League, Fase de Grupos.

- Em Stamford Bridge, Londres, com o Chelsea, em 2011/12, Champions League, 4ºs-de-final.

 

Vejamos excertos de crónicas dos dois jogos efectuados fora de casa pelo Benfica:

 

Marselha, Stade Vélodrome, 18/Mar/2010

Olympique Marselha,1 – Benfica, 2         

 

…Mas a primeira parte ficou essencialmente marcada por duas grandes penalidades não assinaladas a favor do Benfica. Ramires, aos 20 minutos, é empurrado pelas costas dentro da grande área por Taiwo e o árbitro Damir Skomina fez simplesmente vista grossa ao lance. A outra grande penalidade que ficou por assinalar aconteceu aos 40 minutos, altura em que Taiwo cortou a bola com a mão na grande área…

 

…O início do segundo tempo continuou a ser manchado pelos erros de arbitragem e pelo total domínio de jogo por parte do Benfica. Aos 53 minutos, Di María ia perigosamente para a baliza do adversário quando sofreu um toque de um adversário, caindo no relvado. Mais um lance em que o árbitro fez vista grossa…

 

…Aos 90 minutos surge o momento da noite. Pablo Aimar cobrou um livre no centro, a bola chegou ao segundo poste, onde estava o pé direito de Kardec, que com classe e frieza colocou justiça na eliminatória, com o Benfica a marcar o 1-2 com que se qualificou para os quartos-de-final da Liga Europa.

O Benfica regressou a Portugal com a missão cumprida, uma equipa que mais uma vez mostrou capacidade de superação e sofrimento, lutando face ao revés de um golo sofrido contra a corrente e ainda contra uma arbitragem “caseira” que tudo fez para que o Marselha não ficasse pelo caminho.

 

 

Londres, Stamford Bridge, 04/Abril/2012

Chelsea, 2 – Benfica, 1

 

…O Benfica carregou, carregou e o Chelsea… na primeira vez que chegou à baliza de Artur conquistou uma grande penalidade. Na conversão, Lampard não falhou e colocou os ingleses a vencer, com dois golos de vantagem na eliminatória.

O Benfica não vacilou e, aos 29’, Cardozo teve nos pés soberana oportunidade. Terry cortou “in extremis”, em cima da linha de golo. A equipa carregava… mas há “coisas” (leia-se milhões!) que têm muita força. É se o Benfica tentava remar contra tudo e contra todos, aos 40’, o árbitro esloveno Skomina, que desde o início condicionou e inclinou o campo – expulsa Maxi Pereira, com a amostragem do segundo amarelo e respectivo vermelho. Vergonhoso! Assim é impossível. Aliás, já na primeira mão o Benfica fora prejudicado na Luz por Paolo Tagliavento, com a não marcação de uma grande penalidade escandalosa por mão de John Terry…

 

Em Lisboa, perante 64.822 espectadores, não se atreveu a grandes façanhas. O resultado entre o Benfica e o Manchester foi 1-1, com Cardozo a abrir o activo com o golo de belo efeito com o pé direito e ainda na 1ª parte, Giggs, também com um grande golo a fazer o empate.

 

Aguardemos pois pelo jogo e na esperança de que o Benfica jogue mais 100% do que jogou na Luz contra os gregos. Absolutamente necessário e mandatório para continuarmos a manter aspirações quanto ao apuramento para a fase de eliminatórias da Champions League.

 


GRÃO VASCO


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