15.5.14

O elogio à fraude e à trapaça


Não é para admirar que o pasquim A BOLA apresente uma capa como a de hoje.

 

É notório que como a lei das compensações de Ruis Costas, Jorges de Sousas, Hugos Miguéis, Xistras e quejandos, a capa corra ao sabor do vento, tal e qual como o pançudo dos croquetes escreve, censura e saneia tudo o que lhe convém, a par dos seus comparsas subchefes, umas peças de grosso calibre que mandam alternadamente nas edições do pasquim, tal como a célebre Arrastadeira de Leça e outros mais que por lá deambulam ao serviço da fruta, do putêdo e do lagartêdo.

Ontem trazia o pedido em nome de Eusébio e hoje faz o habitual malabarismo em função de duas aldrabices “heróicas” do guarda-redes do Sevilha.

 

Validar o guarda-redes do Sevilha como o “herói de Turim” é legitimar a fraude e a trapaça.

Todos sabemos que a “escola” desse jogador pequenino traz-lhe a ronha, a batota, a malandrice e ainda mais, que, contra o Benfica lhe jorra das veias o sangue rancoroso e o ódio como de um veneno mortal se trate.

 

O guarda-redes do Sevilha fez o que lhe competiu fazer – usar os truques e a batota para ganhar. Está lá para isso. Para aldrabar, para jogar com a manha e os ensinamentos da escola onde o aprendeu a fazer.

 

O pasquim acobardou-se. Como sempre se acobarda quando a vítima é o Benfica.

 

O Benfica jogou?

Se jogou!...

Então porque perdeu?

Não, não perdeu. O jogo deu empate.

O Benfica perdeu a Europa Cup nos penaltys, na trapaça de um guarda-redes, e na conivência nesse acto de um árbitro e dois árbitros-auxiliares.

 

Segundo o pasquim, na capa, os malandros do Cardozo e do Rodrigo é que falharam nos momentos chave e o guarda-redes do Sevilha é que defendeu “heroicamente” os dois penaltys!

Foi para A BOLA, o “herói”!

E repararam no nome do batoteitro, a azul?

É por acaso? Não, não é por acaso.

A cor do Sevilha não é o vermelho? O equipamento do jogador não é laranja?

Então porquê a azul?

É assim o primarismo de uma capa absolutamente bastarda.

 

Não meus Caros Companheiros, não!

O “herói”, o grande “herói” desta final adulterada, viciada de antemão pela trapaça de muitos, foi o árbitro alemão Felix Brych & sus muchachos, os mais recentes cidadãos honorários de Sevilha!

Foi Felix Brych que ganhou a Europa Cup para o Sevilha FC.

O resto é conversa para embalar e iludir incautos e desatentos.

Mas descansem os parolos da fruta & do putêdo que os Benfiquistas não irão mandar fazer uma réplica da Europa Cup para colocar no Museu Cosme Damião, como uns provincianos, morcões corruptos das Palermo portuguesa, aqui há uns anos atrás ridiculamente fizeram, no tempo em que a Juventus lhes ganhou uma taça europeia numa final.

 

Em nome da verdade deveria ter sido obrigatoriamente, a imagem do alemão, em grande plano, e a denúncia dos seus graves erros ao longo de todo o jogo e na decisão por penaltys, em prejuízo do Benfica, que A BOLA deveria ter publicado na primeira página. Mas como sempre, à falta de coragem juntou-se a pouca independência e a conveniência do “jogo” de muitos que por lá ganham o seu sustento e que veladamente continuam ao serviço de uma corja anti-Benfica cuja génese assenta na Palermo portuguesa e acaba no fôsso do lagartêdo.

 

Do “record das petas” em papel e on line nem falo, pois desde que o Benfica ganhou o campeonato tem sido simplesmente asqueroso. Uma folha de sarjeta de péssimo nível. Enfim, um jornal de “manha” com uma falta de coragem atroz e ordinária.

 

PS.

Por favor, não se esqueçam de ler o post anterior e o link para um post no blogue “ O Benfica é uma Paixão”.

 

 


GRÃO VASCO


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