10.2.17

O cuspe & o escarro



Desde os primórdios do futebol português que tem sido assim. Ciclicamente surge na lixeira de Alvalade um bando de complexados, parecendo uma verdadeira matilha de esfaimados com traumas causados pelos grandes sucessos do seu ódio de estimação – o Sport Lisboa e Benfica.

A última exacerbação deste tipo tem-se mantido desde os últimos consulados, tendo ultrapassado neste, mais recente, os limites da decência. Se a frustração das derrotas e das barracas sucessivas do grémio do fôsso do lagartêdo tem levado os seus apaniguados ao desespero e ao destrambelho, não é menos verdade que a inveja e a incitação ao ódio contra o Benfica motivados pela grande projecção deste a todos os níveis com destaque especial para as vitórias a nível desportivo, em particular na área do futebol, tem deixado o lagartêdo numa prostração completa, com ataques de nervos em catadupa, em que o cuspe e o escarro têm andado de mãos dadas em infames campanhas na comunicação social e redes sociais.

Mas, alto lá! Este bando só escarra no Benfica, porque em relação aos outros é só laparotos, perdigotos e cuspe. Assim sucedeu há semanas no sururu entre Belfodil de Carvalho e o Pinho Arouqueiro, no desaguisado com os setubalenses, nas sucessivas alfinetadas ao conselho de arbitragem que inicialmente apoiaram e noutras crispações e conflitos com as mais diversas entidades como a UEFA, que não lhes aparam o seu jogo sujo, enquanto que os escarros continuam quando a visão do bando é toldada de vermelho vivo.
A obsessão é tal, que depois de mais uma desilusão perante a morcanzoada do Freixo, em que Belfodil entrou mudo e saiu calado, embora tivesse razões de queixa do seu “amigo” Hugo Miguel, foi marrar novamente com o ex-superdragão Sousa do Lordêlo apelando mediunicamente ao fantasma de Moniz Pereira.

Belfodil escarra constantemente sobre o Benfica, mas o desvario é tal que o escarro por vezes é como uma bala – faz ricochete e acerta nos árbitros, com Meirim, essa eminência da “justiça” futeboleira, impávido e sereno, a ver a banda passar olhando como um basbaque para Vieira e Vitória. O que vale é que o Glorioso já há muito se apetrechou de funcionais limpa pára-brisas e de desinfectantes eficazes para combater estas escarradelas, bem como as de sarabias, de palitos, de barrosos, de inácios, quejandos e outros pascácios, que lá pelo fôsso deambulam como se fossem baratas tontas à procura do norte que quando aparece é só para os enterrar ainda mais.

A fábrica de cuspe e de escarros vai continuar a laborar em pleno. Disso não tenho dúvidas. Mas agora “produzindo” em prol dos seus sócios do fruta corrupção & putêdo, a norte, pois é mandatório para os alienados de Alvalade que o Benfica não ganhe.


GRÃO VASCO



1 comentário:

Anónimo disse...

Amigos e companheiros
estamos de volta aos gloriosos tempos
do aPINTOdourado, aos tempos dos campeonatos
COMPRADOS NOS HIPER-MERCADOS
como um dia denunciou o velho e sabido
treinador do Manchester United
TÍTULOS DE SUPERMERCADO
Otreinador do Manchester United, Alex Ferguson, falou ontem sobre o confronto de quarta-feira com o FC Porto, para a Liga dos Campeões, comparando os títulos nacionais do FC Porto a meras compras de supermercado.
“Temos uma eliminatória difícil pela frente, mas acho que eles compraram o campeonato no Tesco [cadeia de supermercados em Inglaterra], pois ganham o título português todos os anos”, disse Ferguson.

Ler mais em: http://www.cmjornal.pt/desporto/detalhe/titulos-de-supermercado””

Declarações de Sir Alec Ferguson
Alex Ferguson é um sir (senhor), mas não tem «papas na língua».No site da BBC, o técnico do Manchester United teceu uns comentários «provocatórios» ao FC Porto, na Liga dos Campeões. Apesar de considerar que os dragões são uma equipa a temer, Ferguson não se deixa impressionar pelo domínio «doméstico» do FC Porto. «Tivemos o sorteio mais difícil, mas penso que eles compram o campeonato no Tesco (supermercado). Eles ganham todos os anos. Sempre que compram um pacote de leite somam mais três pontos», ironizou o técnico do Manchester. Ferguson diz mesmo que apenas se lembra de o FC Porto ter «perdido uma vez o campeonato para o Sporting» desde que o seu anterior clube, Aberdeen, visitou as Antas, em 1984.


Declarações de Graham Souness, treinador inglês de futebol.
“Ter sucesso em Portugal, onde eu trabalhei, com o FC Porto não é grande coisa. Pela forma como as coisas estão “estruturadas”, do presidente para baixo, eles têm o sucesso garantido quase todos os anos”, disse o técnico escocês, em declarações ao site Talksports.
Declarações de Santiago Segurola, director-adjunto do jornal A Marca.

Há clubes que fazem tudo para vencer, para se autoproclamarem vencedores, e que transgridem as regras de forma obscena. Uma das coisas mais surpreendentes de tudo isto é a repetição nos nomes das equipas. São quase sempre as mesmas: Juventus, FC Porto...».

"Es terrible lo que está pasando en el fútbol, un poco ante la mirada condesciente del periodismo. En los últimos años se han comprobado casos de dopaje masivos en Italia, caso Juventus, y de compraventa de partidos tanto en Italia como en Portugal, con equipos como la Juve y el Oporto en medio del embrollo. Las autoridades del fútbol, el periodismo y los propios profesionales del fútbol (entrenadores, directivos, árbitros y jugadores) deberían estar más vigilantes ante algo que no es ficticio es real. Hay gente que pone tanto empeño en ganar, en proclamarse ganadores, que traspasan las reglas de una manera obscena. Una de las cosas que más sorprenden de todo esto es la reiteración en los nombres de los equipos. Son casi siempre los mismos: Juventus, Oporto... " - Santiago Segurola

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