20.4.17

Chico Canelas



Não. Não é ficção.
É uma realidade que todos constatamos quando se referencia, por este ou aquele motivo, o “porto canal”.

O canal transformou-se rapidamente numa caverna suja e submundana onde vagueiam múmias, fósseis de pintos azuis e broncos, BB’s e quejandos, tentando agora, através de técnicas comunicacionais rasteiras e alegadamente criminosas, o regresso aos tempos tenebrosos do Apito Dourado e seus precursores.
Com o maquiavélico Cerqueira na rectaguarda (resta saber quais as suas funções hoje, possivelmente emparelha com o Magalhães na dita estação televisiva) – um ponta-de-lança do grémio da fruta, que nos anos de chefia na RTP, lá colocou praticamente um exército de morcões às ordens de Giorgio – apareceu como director de comunicação do dito grémio, uma avis rara com um histórico sectário e sinistro em diversos órgãos da imprensa nacional que não deixa dúvidas a ninguém.

Tardou um pouco a entrar em cena. Talvez espicaçado pelos símios pretorianos da Ribeira avançou com uma estratégia centrada no ataque ao “satã sulista, vermelho e elitista”, “esquecendo-se” propositadamente do lagartêdo do fôsso e dos saraivas desta vida, espreitando cada vez mais pela janela da sua sarjeta em que os seus próprios programas televisivos se foram transformando, branqueando os graves problemas financeiros e as dificuldades com que o futebol do seu grémio se vem debatendo, empurrando as respectivas culpas e desaires para o Benfica e denunciando pateticamente cartilhas vermelhas como se isso fosse algo de ilegal ou eticamente reprovável.
No entanto, a sarjeta continuou a encher-se de tanto entulho, ao ponto de tentar um jogo sujo de aldrabices, manipulações, mentiras e omissões rapidamente constatado por todos e denunciado através de queixa-crime.

E assim surge no cenário comunicacional do futebol, com o conluio dos seus aliados lagartos a sul, um pascácio grosseiro, tipo malandro de urinol, parido no chafurdo do Freixo à Palermo portuguesa, que num destrambelho e desvergonha totais, tenta, com uma postura descabelada e sem escrúpulos, inculpar o Benfica de todos os males que ele próprio e o seu grémio enfermam. Poderia muito bem ter sido contratado a um qualquer clube de trauliteiros e carroceiros onde os símios sofrem de amnésias após agredirem árbitros. Mas por agora é só o actor Chico Canelas, o protagonista da sarjeta azul e bronca da Palermo portuguesa, uma produção do grémio da fruta corrupção e putêdo, vulgo fcp, em associação com a fundação Apito Dourado.

A chicana e a vigarice estão no sangue desta escumalha. Nunca mudarão. Por mais que queiram apagar e escamotear os factos, o seu pedigree está desde há muito registado. Serão sempre os descendentes do Apito Dourado.


GRÃO VASCO


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