23.4.17

O novo “mártir” do Estado Lagartâmico



Esta é uma foto rara de Bruni al-Cuspiti, o responsável pelo estado de polvorosa no futebol indígena, com o seu visual alterado, de barba farta, óculos e turbante verde.
Perdeu pêso, começou a treinar cuspidelas, deixou de fumar cigarros electrónicos e quando tentado pelo vício substituiu-os por um tintol de Palmela, das vinhas do anão côxo.

Depois de andar a tratar (e a tratar-se) de e com novas nádegas e a mandar tudo e todos à bardamerda, acabou por desencadear nestas últimas semanas uma série de ataques em todas as frentes especialmente ao seu ódio de estimação. Através do seu ministro da informação e comunicação, conhecido por Gramófono N. Sarabia, emitiu mais um comunicado dizendo que tinham aparecido no fôsso do lagartêdo, dez refugiados italianos de Florença que queriam pedir asilo político e inscreverem-se no clube, e no caso de ser possível, como puros adeptos de futebol, assistirem já ao jogo sclagartêdo-slbGlorioso. Sempre com a melhor das intenções, al-Cuspiti e Sarabia solicitaram aos mais destacados membros da sua claque legalizada que acompanhassem essa dezena de bravi ragazzi ao SEF para fazerem o respectivo registo. Por motivos ainda desconhecidos, os cicerones, sem o GPS da casa iluminada da Madalena, a norte, e pensando que o SEF era na Praça Cosme Damião, à Luz, dirigiram-se para este local às duas da madrugada, onde, para passarem o tempo até à abertura dos serviços, começaram a mostrar aos seus “convidados” como é que no nosso país se provocam desacatos e vandalizam murais.
O fim foi trágico. Com os ânimos espicaçados um dos italianos foi alegadamente passado a ferro.
Logo, as putas ofendidas do fôsso do lagartêdo vieram a terreiro clamar pelo seu novo “mártir”. Que ele também era um fervoroso adepto do grémio que elas representam e em jeito de desculpa acabaram por dizer que só permaneceram ali aquele tempo todo para assistirem à missa e às respectivas benzeduras na Catedral da Luz.
Muitos deles, vejam lá isto, nem sequer sabiam porque é que ali estavam, com os cicerones armados de paus e barras de ferro batendo em tudo o que mexia.
E assim, de um momento para o outro e conforme propiciavam as circunstâncias, se transformou um curioso vindo de Itália num mártir do lagartêdo, tentando empurrar o odioso para o inimigo de estimação.

Nota - Gramófono Sarabia, um dos mitómanos do lagartêdo é afilhado do ex-ministro iraquiano da informação de Saddam Hussein, um aldrabão que na 2ª Guerra do Iraque, com os americanos às portas de Bagdad dizia que o que se via no horizonte era uma invasão causada por uma praga de gafanhotos.


GRÃO VASCO


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