17.6.19

Chorai lagartos, chorai…




O quinto e último jogo da final do play-off do campeonato nacional de futsal, disputado ontem no pavilhão da Luz, que culminou com a vitória do Sport Lisboa e Benfica sobre o lagartêdo por 4-3, consagrando-o como o novo Campeão Nacional da modalidade e a que muito bicho-careta jornalístico veio cantar uma série de loas – como por exemplo, “o jogo foi uma homenagem à modalidade e ao fair-play” – não apaga de forma nenhuma a bandalheira em que o lagartêdo tentou transformar este play-off, em especial o 4º jogo, através de declarações incendiárias e aldrabonas do seu director-grunho para as modalidades, coadjuvado sub-repticiamente pelo seu treinador de futsal e quejandos.

Esse 4º jogo, marcado para o pavilhão lagarto, foi assim transformado numa autêntica batalha de cortar à faca, com os respectivos árbitros borrados de mêdo, seriamente coagidos antes e durante todo o desafio e que acabaram por beneficiar escandalosamente a equipa do lagartêdo, num espectáculo degradante e infame em mais um atentado ao desporto e à sua verdade.
Mesmo assim os jogadores do Benfica estiveram na iminência de se sagrarem campeões nesse desafio, apesar de terem sofrido durante todo o jogo uma das maiores humilhações de que há memória, ao serem insultados, cuspidos, ameaçados por um público lagarto delirante, em transe, e também ao sofrerem uma série de penalizações injustas, claramente forçadas pelos apitadeiros de serviço que os empurraram sistematicamente para trás e para baixo, oferecendo sempre e nos momentos-chave ao lagartêdo, a possibilidade de recuperação. Basta constatar que no final do tempo regulamentar a trupe lagarta nas bancadas, chorava pateticamente baba e ranho em louco desespero como se as suas próprias vidas dependessem daquele resultado que a trinta segundos do fim do tempo regulamentar lhes era desfavorável e que conferiria o campeonato ao Benfica.
O prolongamento foi mais do mesmo com os adeptos do lagartêdo vivendo mais no ódio e na inveja ao Benfica do que na sua própria felicidade e glória vencedora. Nada mais exemplar nesta forma doentia e complexada de estar, do que o “tomem filhos da puta” dito e redito por adeptos, jogadores – a imagem do superdragão cardinal choroso e a vociferar essa frase rancorosa é o melhor exemplo dessa exasperação - e treinador no final do encontro, rejubilando mais com a derrota do rival do que com a sua enganadora e trapaceira vitória.

Entretanto todos sabíamos, incluindo esse bando de acéfalos do lagartêdo que o final do campeonato não se esgotava ali. No domingo imediato haveria o 5º jogo na Luz, o derradeiro, onde poderíamos acertar devida e justamente as contas que já deveriam estar fechadas no jogo anterior, não fosse a roubalheira que cirandou durante todo esse desafio e que paradoxal e ironicamente acabou por prolongar a agonia, a dor e o sofrimento dos lagartos, num exercício interessante sobre masoquismo, uma tendência comportamental muito característica daquelas bandas.

E assim, o Benfica teve a excelente oportunidade de provar ontem à tarde que é melhor, que foi sempre melhor durante toda a época e que acaba justamente de se sagrar Campeão Nacional, sem recurso aos métodos rasteiros, ao ódio, à mentira ou à violência verbal ou física.

As práticas vergonhosas e os truques baixos do lagartêdo não produziram nenhum efeito e na realidade assistiu-se a um espectáculo digno do Desporto no Pavilhão da Luz com um apoio incansável à equipa do Benfica sem invectivar o adversário ou os seus adeptos, mas que não apaga esse jogo sujo de alguns grunhos esverdeados movidos pelo ódio que têm ao Benfica e que mesmo denunciados e a contas com a justiça desportiva e não só, já deveriam por esta altura estar a léguas do desporto e do seu dirigismo.

Esta vitória do Benfica foi sobretudo a vitória sobre a humilhação, a infâmia e a arrogância, sobre a soberba e o vale-tudo, sobre a sacanice e a coacção, sobre as artimanhas e a bazófia, sobre o ódio e a inveja.
Foi simplesmente a vitória da coragem, do querer, da resiliência, da humildade, da união, do orgulho, da garra, do crer, da raça, da ambição, em suma, do Ser Benfiquista!

Por tudo isto, chorai lagartos, chorai!

E como estamos em tempo de festas e quadras populares, aí vai:




Duas referências finais a este tema sobre o Campeão Nacional de futsal.

1º A RTP continua a manter na locução dos jogos do Benfica uns autênticos bonifrates de teatro de rua. Enfim, uns fantoches anti-Benfiquistas que para ali andam…

2º A RTP, no seu telejornal de ontem das 20 horas, anunciou durante o mesmo uma reportagem sobre o Benfica campeão de futsal, tendo para isso utilizado vergonhosamente e por duas vezes a palavra “ROUBOU”, para referir a respectiva conquista. Um sinal de que as tendências e a azia lagarta não páram de circular pelos jornalistas desportivos da estação – um coio miserável de anti-Benfiquistas. Uma vergonha, um nojo que revela bem a pulhice de jornalismo desportivo tendencioso e pouco sério que se faz naquela merda de estação pública paga com o dinheiro maioritariamente de Benfiquistas.

GRÃO VASCO





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