4.5.11

AOS "BRAVOS DO PELOTÃO"

AOS "BRAVOS DO PELOTÃO"

Gloriosos:



Amanhã é o dia de uma grande “batalha”. Ganhá-la, será UM ENORME passo para ganhar a “guerra”!

Será um combate terrível, sem tréguas, contra uma execrável horda de guerreiros cegos e loucamente obstinados, para os quais tem valido tudo, sem quaisquer escrúpulos.

Será um combate em que todos estaremos incondicionalmente ao vosso lado.
MILHÕES de BENFIQUISTAS estarão em Braga, na Pedreira, alguns fìsicamente e a maioria em espírito, mas todos, todos com uma alma do tamanho do mundo!

O espírito do Glorioso, as almas de Cavém, José Águas, Santana, Germano, Costa Pereira e a Chama Imensa dos vivos – Ângelo, Mário João, Cruz, Neto, Artur, Coluna, Eusébio, José Augusto e Simões, estarão também lá, bem dentro do campo, como uma FORÇA ÚNICA, INVISÍVEL, que vos ajudará e protegerá.

Saibam honrar estes gigantes inesquecíveis e gloriosos.

Saibam honrar o belo Manto Sagrado, esse manto vermelho resplandescente e sem mácula, envolto numa aura gloriosa e eterna!

Que Deus vos abençoe!

GRÃO VASCO


2 comentários:

Anónimo disse...

CÓPIA DE UM COMENTÁRIO
VISTO NOUTRO BLOGUE

Despeito? Mau perder? Sobranceria? O facto é que uma vez mais o jornal «A Marca» associa o FCP a actos voluntários de corrupção, enfatizando que António Garrido e Reinaldo Teles jantaram com o árbitro holandês que havia apitado a primeira mão do jogo da meia-final. Meses depois do seu subdirector Santiago Segurola ter apontado o FCP como exemplo da batota desportiva, o jornal «A Marca» volta à carga. E se o fez, alguma prova deverá ter, pois não estou a ver um dos jornais desportivos mais emblemáticos do Mundo (a par do Bild e da Gazzetta dello Sport) a redigir notícias com base em boataria...

Tive então um «flashback»de um facto que presenciei ao vivo em Julho de 2006, na mesma Marisqueira de Matosinhos. Encabeçando um grupo de 15 docentes, na sua maioria jovens professores contratados, dirigimo-nos para o restaurante para festejar o encerramento do ano lectivo e vermo-nos pela última vez. A meio do repasto, enquanto eu me deliciava com um excelente arroz de marisco, uma jovem professora de Química que estava sentada à minha frente perguntou-me delicadamente se eu não me importaria de trocar de lugar com ela, pois estava a sentir-se visivelmente incomodada com os olhares persistentes e pouco cavalheirescos que um dos clientes (sentado na mesa em frente à nossa) lhe estava a lançar. Imprudentemente, a minha jovem colega estava a envergar uma blusa excessivamente decotada e justa que lhe expunha um busto farto e um colo com uma agradável tonalidade pálida que hipnotizaria qualquer cavalheiro. Por delicadeza, anui ao seu pedido, sorrindo com o sucedido, pois eu próprio estava a tentar controlar os meus olhares lascivos, enfiando o nariz no prato. De repente, reparei e reconheci a comitiva VIP que estava naquela mesa: Reinaldo Teles, António Garrido e um jovem árbitro da zona Sul que, naquela altura, não era ainda internacional. Era este árbitro que estava a lançar olhares de paixão em relação à minha jovem colega e ficou visivelmente incomodado com a troca de cadeiras e não duvido que, se o pudesse, me teria exibido o cartão vermelho. Os nossos jantares terminaram ao mesmo tempo e a mesa da FCP SAD estava incomensuravelmente mais divertida do que a nossa, pelo menos as gargalhadas eram mais estridentes e sonoras. Reinaldo Teles e o árbitro saíram abraçados e, não duvido, a noite desses convivas deverá ter terminado numa qualquer Taberna do Infante...

Cinco anos volvidos, arrepio-me ao verificar que os métodos permanecem os mesmos. Ao fim de contas, faz-se jus ao lema «Em equipa que ganha, não se mexe». Por muito que tentem descolar António Garrido da imagem instucional do FCP, torna-se evidente que o ex-árbitro é um assalariado do referido clube e tem quase duas dezenas de anos de prestação de serviços. O que me envergonha como português é verificar que o FCP contribui para a degradação da imagem do nosso futebol no estrangeiro, evidenciando-se lentamente como clube corrupto e corruptor e serão necessários muitos anos para lavar essa mancha. O Benfica, durante a era Vale e Azevedo era conhecido internacionalmente como um clube mau pagador e demorou anos a esbater esse preconceito.

Como sempre, a imprensa afecta a Joaquim Oliveira procurou abafar a notícia. Sim, porque É NOTÍCIA!! E mesmo no Record, não mereceu mais do que uma breve nota de pé de página. É triste, é degradante, é aviltante, é a imprensa desportiva que temos...

PS- Para os que, ao lerem isto, me perguntam sobre o paradeiro da minha colega de Química, respondo com pesar que estou farto de a procurar no Facebook mas...nada. Mas, vou procurando insistentemente...Para um dia não me acusarem de ser um mau colega...

Anónimo disse...

oh grao vasco,eu nao sei..mas acho que se deus ligasse a futebol nem metade das coisas que se passaram esta epoca teriam acontecido.ja so pra falar neste ano...mas espero que ele amanha venha ca abaixo por a casa em ordem.saudaçoes vermelhas e brancas do maior clube portugues!

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