4.1.13

Gato escondido com rabo de fora…




As nomeações para os jogos da jornada 13 da Liga, não são o que parecem, particularmente no que concerne ao jogo do Benfica com o Estoril, o que me causa bastante apreensão.

 

O Conselho de Arbitragem tenta “tapar o sol com uma peneira” enviando para o jogo no Estoril um internacional de Lisboa que se assumiu pública e recentemente “simpatizante” do Benfica, mas que cujo histórico, de há um bom par de anos para cá, é de nítido prejuízo para o Glorioso, tal como Pedro Proença, e para o jogo na pocilga do Freixo, nomeando, em nome da “estabilidade” e da “compensação” (só pode ser isso!), um daqueles que dá logo a garantia à corja corrupta de meter mais três pontinhos no bornal, nem que seja em casa e contra um dos seu grémios “amigos”, o grémio do engenheiro do “toc’andar, isso mesmo, toc’andar!”. Esse malabarista do pífaro é Rui Costa, um dos famigerados “irmãos Costa” ainda em “funções de campo”, e que fazem parte do melhor activo do clube da fruta, há muitos anos integrados na “orquestra dos pífaros” azul e bronca de Palermo.

 

 




 

 

Mas o que me preocupa é o jogo do Benfica contra os canarinhos da linha, e como disse ontem em post anterior, nesta altura, todos os cuidados são poucos com os fiscais-de-linha. Pois, nem de propósito, um dos árbitros auxiliares nomeados é o mesmo que na época passada, na Luz, empurrou o grémio da fruta para a liderança do campeonato, quando validou o golo marcado por um dos dois jogadores azuis e broncos que se encontravam off side, com o beneplácito de Pedro Proença, oferecendo-lhe a vitória em bandeja de ouro, tais como muitos apitos. Esse espécime é Ricardo Santos, não esqueçam! E o outro é o Venâncio Tomé, de Setúbal - leram bem, Setúbal - que não me inspira confiança absolutamente nenhuma.

E se não acreditam, mas como dizem aqui os nossos vizinhos da Ibéria“no creo em brujas, pero que las hay, las hay” – aqui vai uma notícia “deliciosa” sobre esta malta (pelo menos dois) em que um deles vai ao Estoril:

 

«Foi um momento de desconcentração. Tratou-se de um erro de avaliação que analisei com os técnicos de arbitragem. Vou continuar a trabalhar para que não volte a acontecer uma situação deste género. Foi um erro que serviu para evoluir, foi uma aprendizagem», explicou o árbitro, citado por «A Bola», referindo-se à posição ilegal de Maicon no momento em que o livre foi cobrado.

«Infelizmente essa decisão teve uma influência direta no resultado, como tantas outras boas decisões», acrescentou Ricardo Santos, que neste sábado foi homenageado pela Associação de Futebol do Porto, juntamente com Pedro Proença, Bertino Miranda, Jorge Sousa e Duarte Gomes.

(in RTP notícias 06/Set-2012 )

 

Pois é, mas essa decisão contribuiu decisivamente para mais um título do grémio da fruta e dos chocolatinhos e para menos um título para o Glorioso!

É assim, a associação de futebol mais pôdre deste país passa uma esponja nisto e “toc’andar!”.

 

GRÃO VASCO

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